Reajuste aprovado pela Aneel começou a valer nesta quinta-feira (22) e afeta mais de 3,67 milhões de unidades consumidoras atendidas pela Equatorial Goiás
Reajuste nas tarifas de energia elétrica chega a 7,36% para consumidores residenciais em Goiás (Foto: Reprodução) |
A conta de energia elétrica ficou mais cara em Goiás a partir desta quinta-feira (22), com a entrada em vigor do reajuste tarifário aprovado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Para os consumidores residenciais, o aumento é de 7,36%. Considerando todas as categorias atendidas pela Equatorial Goiás, o efeito médio do reajuste é de 7,25%.
A distribuidora atende aproximadamente 3,67 milhões de unidades consumidoras no estado. Além das residências, o reajuste alcança comércios, indústrias, propriedades rurais e outros consumidores, com percentuais que variam conforme a categoria e o nível de tensão do fornecimento.
Para os consumidores de baixa tensão, grupo que inclui as residências, o efeito médio será de 7,26%. Já para os consumidores de média e alta tensão, o reajuste será de 7,22%. Os índices foram aprovados pela Aneel na terça-feira (20), por meio do processo de reajuste tarifário anual da concessionária.
Segundo a Equatorial Goiás, entre os fatores que contribuíram para o aumento estão os custos de geração e aquisição de energia, as despesas com o transporte da eletricidade, os encargos do setor elétrico e os componentes financeiros considerados no cálculo tarifário.
O novo reajuste ocorre um ano após a última atualização tarifária, aplicada em outubro de 2025, quando as tarifas da distribuidora tiveram aumento médio de 18,55%. Naquele período, a elevação foi superior à autorizada para 2026, mas o novo percentual incide sobre uma tarifa que já havia sido reajustada.
O aumento de 7,36% não significa que todas as faturas residenciais terão exatamente essa variação no valor final. A conta depende do consumo mensal de energia, dos tributos e de outras cobranças, como a contribuição de iluminação pública, quando aplicável.
Para reduzir o impacto no orçamento, os consumidores podem acompanhar o consumo mensal indicado na fatura e evitar desperdícios, especialmente no uso de aparelhos que demandam mais energia elétrica.
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